Os maus hábitos que engordam

Fuja do jejum prolongado

Por Marisa De Lucia


Quando decidimos perder peso, o primeiro pensamento é ficar sem comer o maior tempo possível. Puro engano, pois o jejum prolongado faz com que fiquemos mais vulneráveis aos abusos. O ideal, segundo nutricionistas, é fazer cinco refeições por dia.

Ignorar o café da manhã é outro mau hábito. Isto porque os alimentos consumidos, como o leite e seus derivados, fornecem os nutrientes fundamentais para o bom funcionamento do organismo.

É bom lembrar que, se não estipularmos os horários para fazer as refeições principais e os lanches intermediários, vamos querer beliscar o dia todo, o que acaba com a dieta, já que é muito mais fácil perder o controle das calorias que consumimos.

Outro erro comum, cometido mesmo por quem não está de dieta é ignorar a água. Isto porque dois litros diários de água, combinado com as fibras dos alimentos, melhora a função intestinal.

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Outras pessoas resolvem trocar água por sucos, que apesar de serem boas fontes de nutrientes, são calóricos. Para se hidratar nos intervalos das refeições, prefira água natural ou chá com adoçante. Deixe os sucos para as refeições principais, mas não ultrapasse a medida de um copo de 200 ml.

Finalmente, o mau hábito de comer rapidamente! Além de fazer com que a textura e o sabor dos alimentos passem despercebidos, não permite que o cérebro tenha o tempo suficiente de captar os sinais de saciedade. Com isso, acabamos consumindo muito mais do que o nosso organismo necessita.

Higiene com os alimentos

Higiene e cuidado com alimentos evitam doenças

Por Marisa De Lucia


Uma cozinha sem higiene não inspira cuidados só nos restaurantes, mas também em casa. Afinal, a falta de limpeza pode causar doenças graves.

Algumas pessoas não param para pensar, mas restos de alimentos deixados em cima da pia ou no chão atraem baratas e ratos, que só são efetivamente combatidos se o ambiente permanecer limpo.

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A sujeira prolifera micróbios e bactérias, responsáveis por estragos na saúde, que variam desde uma simples diarréia até cólera, doença que pode levar à morte.

Em relação aos alimentos, esses devem ser higienizados com cuidado e manipulados com as mãos bem limpas. As frutas, os legumes e as verduras devem ser lavados em água corrente e, para se ter certeza de que estarão livres de bactérias, imersos em sal e vinagre.

Ao abrir um alimento, procure guardá-lo bem fechado e em local fresco, alguns em geladeira. E se encontrar qualquer corpo estranho dentro da embalagem, denuncie à Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Para que os ovos crus não provoquem a infecção Salmonelose -que causa diarreia e outros sintomas abdominais- mantenha-os bem refrigerados. Os ovos rachados devem ser jogados fora e os cozidos consumidos no mesmo dia que foram preparados.

Algumas redes de supermercados têm por costume desligar o freezer no período noturno, para economizar energia, o que faz com que os alimentos sejam resfriados e aquecidos por várias vezes. Um perigo!

Por isso, não compre alimentos cujas embalagens estejam molhadas e se desfazendo, ou carnes que estiverem com coloração escura ou com sangue em suas bandejas. O ideal é pedir para cortar ou moer a carne na hora da compra.

Estes são alguns cuidados simples, mas que, com certeza, evitarão problemas para sua saúde.

Você sabe como surgiu a sopa?

E que eram servidas em buracos de pedras aquecidas?
Por Marisa De Lucia


A História da Sopa perde-se nos tempos. Foi prato principal dos camponeses em todo o mundo. A palavra sopa vem do latim «sop» que significa «colocar fatias de pão no prato e sobre elas derramar caldo quente».

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Na época do Inverno, de escassez de caça e colheitas, nas aldeias, fazia-se diluir o pouco alimento em água, com o objetivo de reparti-lo. Surgiu assim uma fonte de calor para alimentar e aquecer as pessoas.

Na Idade Média, os médicos, reconhecendo as virtudes terapêuticas das sopas, prescreviam-nas antes de qualquer remédio. Todas as pessoas devem comer uma sopinha, pois além de preparar o estômago para receber os outros alimentos é uma fonte de vitaminas, pelos ingredientes que entram na sua confecção!

Desde que o homem come sopa, esta passou a ser o prato principal da refeição, por ser econômica e bastante nutritiva. No entanto não eram apenas os mais pobres que a apreciavam, na própria corte real, a sopa era muito consumida.

E o mais curioso: quando ainda não havia utensílios de metal ou barro, a sopa era confeccionada através de buracos existentes em pedras que eram aquecidas.

Alimentos eficazes para a memória

Exercícios e meditação também ajudam!

Por Marisa De Lucia


O excesso de informações e o estresse, comuns em nosso dia-a-dia, fazem com que cada vez mais tenhamos lapsos de memória. Mas acreditem: eles não têm nada a ver com a idade.

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De acordo com pesquisas, a memória não se degenera com o passar dos anos. Para se ter uma idéia, um jovem de 25 anos tem apenas 3% a mais de células cerebrais que uma pessoa de 70 anos. Por isso, os neurologistas apontam outros fatores que têm muito mais influência sobre a deterioração da memória.

Entre estes outros fatores estão: o estresse: que produz cortisol e noradrenalina, hormônios inimigos da memória; os traumas psicológicos e recalques: casos em que se esquece o que é insuportável lembrar; a ansiedade e a depressão; o cansaço, e ainda as drogas e os medicamentos.

E para ajudar a recobrar a memória, as dicas vão desde uma alimentação saudável até exercícios e, pasmem, passatempos de jornal do tipo: palavras cruzadas.

Os alimentos mais indicados são: vitamina B12, encontrada nos frutos do mar, algas, peixe, laticínios, grãos germinados, levedo e alface; vitamina B15, na amêndoa do damasco, arroz, grãos germinados e levedo; vitamina C, nas hortaliças e frutas como limão, laranja e cenoura, e na pimenta vermelha seca; vitamina E, no óleo de gérmen de trigo, grãos germinados, abacate e gema de ovo; colina, presente na gema de ovo, espinafre cru, soja germinada, levedo e nozes; selênio, encontrado no levedo, ovo, alho, cebola e também o zinco, presente nos frutos do mar, peixe, laticínios, gérmen de trigo, levedo e maxixe.

Já para melhorar a capacidade respiratória e, por sua vez, o fluxo sangüíneo no cérebro e sua oxigenação, os exercícios físicos regulares são amplamente recomendados. Outra receita infalível é a meditação, que aliada à respiração profunda, melhora a memória, a percepção, a concentração, a agilidade motora e reduz o estresse.

Ainda segundo neurologistas, jogos como palavras cruzadas, Su Doku, xadrez, puzzles, leituras diversificadas e outros exercícios que estimulem a atividade mental também são essenciais para combater a falta de memória.

E para quem viveu fatos traumáticos que estão esquecidos em um canto do inconsciente, a terapia é uma alternativa muito eficiente.