Maquiagem na praia pode causar irritação à pele?

Somente se usada indevidamente

Por Marisa De Lucia


Tem coisa pior para as mulheres que adoram se maquiar, do que abrir mão desse artifício para ir à praia? Ainda bem que hoje, graças à alta tecnologia, é possível ir à praia até com base, rímel e gloss sem ficar com a pele irritada, desde que esses produtos sejam usados corretamente.

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Já as sombras, os blushes e os batons vermelhos, assim como os perfumes, devem ficar de fora. Isto porque possuem componentes sensíveis ao sol e, por isso, aumentam a probabilidade de doenças de pele, além de correrem o risco de derreter sob o sol e prejudicar seu visual.

Ainda assim, o rímel e o gloss devem ser à prova d’água e, claro, o filtro solar deve ter fator de proteção no mínimo 30 e ser livre de óleo. O mais recomendado para a praia é o filtro solar de coloração bege, parecido com uma base, que traz menos riscos de desenvolver manchas escuras ou causar alergia.

Mas, lembre-se: usar maquiagem demais na praia não é elegante. Nunca use sombras ou delineadores sob o sol, pois é um convite irresistível para a aceleração da produção de rugas. Outra dica é usar sempre o protetor solar, um bom chapéu e óculos escuros.

Você sabe quando e como surgiu o batom?

E que já foi considerado hábito de mulher mal intencionada?

Por Marisa De Lucia


Considerado como o item de maquiagem que nunca sai de moda e que mais valoriza a mulher, o batom é apresentado em várias cores, com brilho ou sem brilho, como os cintilantes, opacos, hidratantes ou gloss, atendendo aos mais diversos gostos.

Mas você sabe onde e quando surgiu o hábito de colorir os lábios? Registros mostram que esse hábito tem raízes no Egito, onde pigmentos vermelhos já eram aplicados nos lábios em 5000 a.C.. Potes de óxido de ferro vermelho foram encontrados no interior dos túmulos antigos sumerianos e egípcios.

O busto da rainha egípcia Nefertite, exposto no Museu de Berlim, prova que lábios femininos eram pintados pelas mulheres dos faraós. Para se enfeitar, elas recorriam às alternativas naturais como a “púrpura de Tyr” uma substância que dava um aspecto mais saudável aos lábios.

Durante toda a história da humanidade, o batom foi considerado apenas como um instrumento de poder, sedução e manipulação, onde regras frente aos critérios de saúde humana, meio-ambiente e utilização de animais foram adicionadas lentamente.

Na Grécia, no século II, havia lei impedia que as mulheres usassem batom antes do casamento. Na Espanha do século VI, só usavam batom mulheres das classes menos nobres. Passaram-se os séculos e pintar os lábios se tornou hábito de mulheres mal intencionadas, tanto que em 1770 o parlamento inglês decretou proibição do ato de pintar os lábios.

Finalmente, em 1921, o batom ganhou o formato atual e começou a ser comercializado em Paris. O sucesso foi tamanho que em 1930 os estojos de batom dominaram o mercado americano. E daí espalhou-se pelo mundo afora.