Alimentos que mancham os dentes

Por Marisa De Lucia


A beleza não está só nos cabelos, nas unhas ou nas roupas que vestimos. Se nossos dentes não estiverem bem tratados, com certeza, um sorriso pode fazer todo o esforço pra ficar bela cair por água a baixo.

dentes.jpg

Qualquer comida dotada de pigmentação intensa pode impregnar a superfície dos dentes, dando origem a manchas ou escurecendo-os. Com o tempo, um simples cafezinho ou uma salada de beterrabas, se não houver uma escovação adequada, podem acabar com qualquer sorriso.

Refrigerantes à base de cola, sucos coloridos artificialmente e molhos de soja estão entre os alimentos que mais mancham, principalmente, quando o esmalte dentário já se encontra mais desgastado e, portanto, com microporos que permitem a deposição de pigmentos sobre os dentes.

O péssimo hábito de exagerar nos doces e a idade podem contribuir consideravelmente para o surgimento dos microporos, ou seja, desses buraquinhos que permitem que as manchas se instalem.

Para minimizar o problema, especialistas recomendam fazer bochechos com água logo após a ingestão de certos alimentos e bebidas, o que ajuda a eliminar o excesso de substâncias pigmentadas.

É preciso também investir na escova de dentes e no fio dental para garantir a limpeza completa, mas uma hora após a ingestão do alimento, para evitar um maior desgaste do esmalte que protege os dentes.

De todos os alimentos que podem manchar os dentes, o que oferece mais risco é o café. Isto porque seus amantes costumam tomar várias xícaras por dia e, certamente, não lavam a boca logo após todas as vezes. E cuidado também como os refrigerantes, que além de cheios de corantes, são ácidos e danificam o esmalte dos dentes.

Mas não é preciso tirar do cardápio esses alimentos, sobretudo os tão saudáveis como a beterraba. Basta higienizar bem os dentes após as refeições e visitar o dentista a cada seis meses.

Os maus hábitos que engordam

Fuja do jejum prolongado

Por Marisa De Lucia


Quando decidimos perder peso, o primeiro pensamento é ficar sem comer o maior tempo possível. Puro engano, pois o jejum prolongado faz com que fiquemos mais vulneráveis aos abusos. O ideal, segundo nutricionistas, é fazer cinco refeições por dia.Ignorar o café da manhã é outro mau hábito. Isto porque os alimentos consumidos, como o leite e seus derivados, fornecem os nutrientes fundamentais para o bom funcionamento do organismo.

É bom lembrar que, se não estipularmos os horários para fazer as refeições principais e os lanches intermediários, vamos querer beliscar o dia todo, o que acaba com a dieta, já que é muito mais fácil perder o controle das calorias que consumimos.Outro erro comum, cometido mesmo por quem não está de dieta é ignorar a água. Isto porque dois litros diários de água, combinado com as fibras dos alimentos, melhora a função intestinal.

Outras pessoas resolvem trocar água por sucos, que apesar de serem boas fontes de nutrientes, são calóricos. Para se hidratar nos intervalos das refeições, prefira água natural ou chá com adoçante. Deixe os sucos para as refeições principais, mas não ultrapasse a medida de um copo de 200 ml.

Finalmente, o mau hábito de comer rapidamente! Além de fazer com que a textura e o sabor dos alimentos passem despercebidos, não permite que o cérebro tenha o tempo suficiente de captar os sinais de saciedade. Com isso, acabamos consumindo muito mais do que o nosso organismo necessita.

Iogurte: excelente opção para quem não tolera leite

Veja algumas receitas no final da matéria

Por Marisa De Lucia


Embora a sabedoria popular diga que um copo de leite antes de dormir garante um sono tranquilo e que quem bebe leite fica livre de doenças e mantém-se bem alimentado, tem gente que tem intolerância a leite.

No Brasil, segundo o IBGE, o consumo per capita de leite de vaca, um dos mais tradicionais alimentos da cultura ocidental, é de 27,9 litros por ano.

Além de conter proteínas e vitaminas A, B1 e B2, o leite é uma rica fonte de cálcio, mineral essencial para a formação dos ossos e para evitar o seu desgaste.

De acordo com nutricionistas, quem não ingere cálcio durante toda a vida corre um grande risco de desenvolver osteoporose. A recomendação para crianças, adolescentes, grávidas, lactantes e mulheres na menopausa é de quatro copos diários. Para os demais adultos, de dois a três copos.

Contudo, devido algumas proteínas presentes no leite, como a caseína, a lactoalbumina e a lactoglobulina, que são bem mais pesadas que a lactoalbumina do leite materno, muitos bebês desenvolvem o que os médicos chamam de alergia ao leite de vaca.

A lactose, um tipo de açúcar natural, é outro componente polêmico do leite de vaca, pois pode provocar reações adversas em quem não tem ou produz pouca lactase, enzima que digere a substância. A produção da lactase diminui com o passar dos anos, por isso esse mal que atinge principalmente os adultos.

De acordo com estimativas, 40% da população tem algum grau de intolerância ao leite de vaca, mas não sabe disso. Os principais sintomas são cólicas, diarreia e náuseas e o diagnóstico pode ser feito com uma dieta de exclusão do alimento por um mês.

Entre os produtos derivados do leite, que contêm menos lactose, o iogurte é o mais indicado por ser um leite coalhado e preservar os nutrientes da bebida pura, transformando-a em alimento de fácil digestão.

Produzido a partir das misturas dos microorganismos “Streptococus thermophilus” e “Lactobacillus bulgaricus”, que consomem a lactose, o iogurte é também fonte de proteínas, cálcio, zinco, vitaminas A e do complexo B.

Benefícios do Iogurte

- Contribui para o fortalecimento dos ossos e do sistema nervoso;
- Ativa a produção de anticorpos, hormônios e enzimas, importantes para o metabolismo, contribuindo para reforçar o sistema imunológico e retardar o envelhecimento;
- Rico em vitamina A, que melhora a saúde da pele, dos cabelos, da visão e das unhas;
- Rico em vitaminas do complexo B, que proporcionam energia e oxigenam as células;
- Misturada a frutas, mel e cereais, pode ser ainda mais nutritivo.

Receita de Iogurte

Ingredientes:
Leite de vaca e fermento lácteo (cultura).

Modo de fazer:
Aqueça um litro de leite até o ponto de fervura. Retire do fogo e deixe esfriar até 40º (use um termômetro simples para medir). Adicione um envelope de fermento lácteo e mexa de dois a três minutos. Despeje a mistura em um pote grande, tampe o recipiente e leve-o para um local onde a temperatura possa se manter entre 40º e 43º (dentro do forno apagado, por exemplo). Aguarde entre quatro e seis horas até a completa coagulação do leite. Deixe na geladeira por, no mínimo, quatro horas e, na hora de servir, misture com frutas, mel ou granola.

Receita rápida de Iogurte

Abra uma caixa longa vida de leite semidesnatado ou desnatado e retire um copo da bebida. Complete a embalagem com um copo de iogurte desnatado puro e deixe na geladeira. O leite fermentará e se transformará também em iogurte.

Laranja faz bem para o coração

A ingestão de suco de laranja pode ajudar a reduzir problemas cardíacos
 

Por Marisa de Lúcia


Estudo realizado por pesquisadores do Grupo de Nutrição da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Unesp, Araraquara, comprovou que o consumo de suco de laranja aumenta a quantidade de substâncias no organismo, que protegem contra doenças cardiovasculares. O ideal, de acordo com o estudo, é manter o consumo regular de pelo menos um copo por dia.

Num período de três meses, a pesquisa investigou os resultados da ingestão diária de meio litro de suco em um grupo de 18 homens e 23 mulheres, de 30 a 60 anos de idade, sendo constatado aumento nos níveis de colesterol bom e diminuição do colesterol ruim e de triglicérides (moléculas de gordura) no sangue.

Segundo Thais Borges César, professora da FCF, ao aumentar o colesterol bom o indivíduo fica mais protegido contra doenças ateroscleróticas, ligadas ao entupimento de artérias cardíacas. Os resultados apontaram também que o consumo de suco de laranja ajudou a controlar a pressão arterial dos indivíduos.

Dois flavonóides cítricos presentes na fruta, a hesperidina e a naringenina, podem ser os compostos químicos responsáveis pelo efeito benéfico. Se isto for comprovado, a intenção é potencializar seus efeitos e produzir sucos enriquecidos.

O estudo é financiado pela Associação Laranja Brasil, entidade que reúne empresários da agroindústria ligada à exploração da fruta.

Você sabe quando surgiu o barbeador?

Muitos não sabem, mas ele existe desde 1888!

por Marisa de Lúcia


O primeiro modelo de barbeador foi criado nos Estados Unidos, por volta de 1888, pelos irmãos Kampfe de Nova York. O aparelho possuía uma bainha de metal, localizada sobre a lâmina, que impedia cortes profundos, o que normalmente ocorria com o uso da navalha.

Mas foi somente em 1895 que o norte-americano King Camp Gillette, fazendo a barba numa manhã quente, teve a brilhante idéia de criar um sistema de barbear que utilizasse lâminas descartáveis.

A inovação de seu invento não estava no aparelho, mas sim na lâmina, que tinha uma camada fina de aço afiada dos dois lados podendo ser usada algumas vezes e depois descartada.

Muita gente duvidou do sucesso do barbeador, pois achavam que ninguém iria querer comprar lâminas a toda hora, uma vez que podia simplesmente afiar a navalha. Contudo, a primeira venda da Gillete, em 1903, foi de 51 barbeadores e 168 lâminas. No ano seguinte, a empresa produzia 90.000 barbeadores e 12,4 milhões de lâminas.

O método, no entanto, foi amplamente adotado quando, durante a Primeira Guerra Mundial, a Gillette enviou um aparelho de barbear para cada soldado americano, e muitos passaram a barbear-se em sua própria casa. Nessa época, as lâminas eram embaladas uma a uma, em papéis com o retrato e a assinatura de King C. Gillette. Quem não se lembra?

Já o barbeador elétrico foi criado pelo tenente americano Jacob Schick que, cansado de não ter como fazer a barba nos dias de frio ou quando acabava a água, resolveu dar um jeito de se barbear a seco. Em 1918, criou um barbeador com lâminas acionadas por um motor elétrico, que cortavam os pelos sem precisar de espuma ou água. Mas o invento passou a ser comercializado somente 13 anos depois, em 1931.