Você sabia como surgiu o filtro solar?

Sabe-se que o mais antigo era feito de mamona

Por:Marisa De Lucia


Quem pensa que essa preocupação toda com a proteção da pele é recente está muito enganado. Desde as antigas civilizações os médicos recomendavam a exposição à luz solar como uma forma de evitar doenças, mas essa exposição deveria ser moderada porque o sol em excesso fazia e faz mal à saúde.

No Egito antigo havia diversos inventos do filtro solar, sendo o mais antigo o feito de mamona, em 7800 a.C. Na lista egípcia havia extrato de magnólia, jasmim e óleo de amêndoa. Já na Grécia, 400 a.C., na realização dos Jogos Olímpicos alguns atletas competiam nus em certas modalidades, utilizando uma mistura de óleo de Oliva e areia para se protegerem dos raios nocivos do sol. A moda do bronzeamento só teve início em 1930, na França, Mas alguns anos antes já constavam registros de protetores feitos em escala comercial nos Estados Unidos e na Austrália.

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O primeiro protetor realmente eficaz foi desenvolvido somente em 1944, pelo americano Benjamin Greene. Por ver as queimaduras na pele dos soldados que voltavam da Segunda Guerra Mundial ele decidiu criar algo que pudesse ser útil na proteção da pele contra os raios nocivos do sol. Esse protetor solar era à base de petróleo, de cor vermelha e um tanto viscosa, foi então batizada a marca de Coppertone. Ao longo do tempo os protetores foram aprimorados, apresentando diversas versões, inclusive para todos os tipos de peles. Atualmente, o filtro solar se tornou um recurso indispensável na prevenção do câncer de pele, causado em especial pelo aquecimento global.

Os gregos antigos já tentavam se proteger do sol besuntando a pele com azeite, mas isso só resultava numa leve fritura. Só em 1944 surgiu o primeiro filtro solar eficiente e o estopim da invenção foram as queimaduras que os soldados aliados sofriam nos campos de batalha da 2ª Guerra Mundial.

A importância da água no organismo

Pesquisas apontam que a população não consome a quantidade necessária.

Por:Marisa De Lucia.


Todo mundo sabe que é necessário tomar pelo menos dois litros de água por dia para se manter saudável, mas ainda assim as pessoas insistem em não beber água, dizendo não gostar de água ou que se esquece de tomar. Embora a água seja fundamental para a saúde, muitas pesquisas apontam que a população não consome a quantidade necessária.

Somente compreendendo o papel dela no organismo é que passamos a entender porque a água é tão importante. Mais de 75% do nosso cérebro são compostos por água, assim como aproximadamente 80% do sangue e 70% dos músculos.

A água é responsável por regular a temperatura corporal; remover produtos indesejáveis do metabolismo; transportar nutrientes e oxigênio para as células; proteger as articulações; evitar a obstipação; reduzir o trabalho dos rins e fígado, ajudando a eliminar algumas toxinas do organismo; ajudar a solubilizar e permitir a utilização de vitaminas, minerais e outros nutrientes pelo organismo.

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Ingerir quantidades insuficientes de água pode causar a desidratação, que oferece risco à saúde, principalmente em crianças e idosos. Os sinais e sintomas de desidratação incluem cefaléia, dificuldade de concentração, fadiga e irritabilidade.

Um adulto perde cerca de 10 copos (2,4 litros) de líquido do organismo durante o dia através de suor, urina, fezes. Daí a quantidade ideal de copos de água para repor essa perda seria 10. Mas os alimentos sólidos também contêm água. Em uma dieta comum, os alimentos fornecem cerca de 3 a 4 copos de água por dia.

Você também pode ingerir parte da água através de outros líquidos como leite, sucos e sopas, mas deve tomar cuidado com o consumo de bebidas cafeinadas, álcool e refrigerantes.

Você já deu um abraço hoje?

O abraço não é apenas um contato físico agradável, mas também uma terapia
Por Marisa de Lúcia


Muito mais que uma simples demonstração de carinho, o abraço tem o poder de proteger a saúde e garantir o bem-estar. Segundo estudos desenvolvidos na Universidade da Carolina do Norte, nos EUA, mediante a troca de calor e afeto, o corpo passa por diversas reações hormonais: o nível de cortisol, responsável pelo hormônio do stress, diminui e a serotonina e a dopamina, substâncias químicas responsáveis pela sensação de conforto e felicidade, aumentam.

Além das alterações hormonais, o abraço faz também com que a pressão sangüínea diminua e os batimentos cardíacos desaceleram, o que é perfeito para evitar os problemas cardiovasculares.

O abraço não é apenas um contato físico agradável, mas passou a ser considerado também uma terapia. Tal gesto valoriza os sentimentos como o amor e é capaz de aliviar a dor, a depressão e a ansiedade.

Torne melhor seu dia e a sua vida, dê um abraço, ele faz bem e não custa nada. O sorriso contagia a alma e faz bem para a saúde. O toque físico também é agradável, é necessário, daí a importância do abraço.

O toque nos faz sentir melhor com nós mesmos e com o ambiente à nossa volta. Tem um efeito positivo sobre o desenvolvimento da linguagem e sobre o QI das crianças. O toque provoca mudanças fisiológicas mensuráveis naquele que toca e no que recebe o toque.

Em um abraço você alivia a tensão, acaba com a solidão e abre passagem para outros sentimentos. O abraço faz a gente superar o medo, combate a insônia, estimula o altruísmo. Quando você abraça alguém ou recebe um abraço o envelhecimento é retardado, os músculos são alongados. Com o abraço a auto-estima é estimulada.

A autora do livro “The Hug Therapy Book” — A Terapia do Abraço — Kathleen Keating explica que o ato de abraçar não é apenas para os solitários ou para pessoas emocionalmente machucadas. “A terapia do abraço pode tornar saudável quem já é saudável, mais feliz que já é feliz, e fazer com que a pessoa mais segura dentre nós se sinta ainda mais segura”.

E tem mais: o abraço não tem hora para acontecer. Aliás, você já abraçou alguém hoje?