Dicas para tratar cabelos étnicos.

Um bom corte é fundamental para esse tipo de cabelo

Por:Marisa De Lucia


Muitas das mulheres que têm cabelos crespos não sabem o que fazer para valorizá-los. Alisar ou manter os cachos bem definidos. O pior é o trabalho que eles dão quando os fios são rebeldes. Para ajudar a domar esse tipo de cabelo, aí vão algumas dicas de entendidos no assunto.

Mesmo não sendo contra os alisamentos, alguns especialistas observam que se em seu tipo físico predominam características africanas, ou seja, traços fortes no nariz e na boca, esse tipo de cabelo suaviza sua fisionomia. Já se alisá-los poderá endurecer sua aparência.

Um corte adequado é fundamental para cabelos étnicos. Para quem tem rosto fino, o ideal é cortá-los bem curtos e usar gel molhado para dar brilho e mantê-los no lugar.

O corte geométrico, além de cair bem em todas as ocasiões traz um ar de modernidade. As tranças e os dreadlocks também são uma boa opção para deixar os cabelos mais fashions, mas não são adequados para quem trabalha em empresa conservadora.

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Já se você sonha com um cabelo liso, observe bem seus traços antes de optar por esse processo. Procure um bom profissional, de preferência especializado em cabelos étnicos, e ele saberá como alisar seus cabelos de maneira a deixar seus traços suaves.

Mas lembre-se que esse tipo de cabelo requer muitos cuidados como mantê-los sempre limpos, evitar água quente ao lavá-lo, escolhendo o shampoo adequado para seu tipo de cabelo e enxaguando com água abundante.

Após o enxágue, use um condicionador ou creme de enxaguar adequado e massageie os cabelos desembaraçando-os com um pente de dentes largos. Evite esfregá-los para que não se quebrem.

Finalmente, deixe-os secarem naturalmente, evitando o máximo possível o uso de secador.

Você sabia como surgiu o primeiro shampoo?

Inicialmente era chamado de produto de limpeza para cabelos

Por:Marisa De Lucia


Foi na Alemanha, em 1890, que se deu a criação de um detergente para limpar os cabelos. Mas somente depois da Primeira Guerra Mundial esse produto passou a ser oferecido comercialmente como produto para limpeza de cabelos.

Naquele período, antes da criação do tal detergente, as pessoas utilizavam os sabonetes para lavar os cabelos. O nome shampoo teve origem na Inglaterra e veio do hindu “champo”, que significa amassar ou massagear.

Mas não pensem que tinha tanta variedade como nos dias de hoje. Os shampoos, na verdade, eram muito parecidos. Todos eles continham em sua fórmula os tensoativos, ou seja, substância que altera a superfície de contato entre dois líquidos, provocando a limpeza do cabelo.

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O primeiro empresário a produzir shampoo industrialmente foi o americano John Breck, em 1930. Na época, eram comercializadas em grande escala somente duas linhas de shampoo, uma para cabelos secos e outra para cabelos oleosos.

Foi somente a partir do século XX que diferentes tipos de shampoo foram elaborados para cada tipo de cabelo. E para baratear o preço final do produto, é que começaram a partir desse período a produzir o shampoo através de produtos sintéticos.

Você sabia como surgiu a profissão de cabeleireiro?

Foram os gregos que criaram os primeiros salões de beleza

Por Marisa De Lucia


Embora muitos achados arqueológicos, como navalhas e pentes feitos em pedra, revelem que os cuidados com o visual dos cabelos datam da pré-história, foi há aproximadamente cinco mil anos, no Egito, que os escravos começaram a mostrar suas habilidades como “embelezadores de cabelos”.

Em 3.000 a.C., ainda que as cabeças raspadas e lisas e os corpos sem pêlos mostrassem sinais de nobreza no Egito, era moda usar perucas de lã de carneiro ou cabelo humano e também barbas postiças para os homens.

Já os primeiros salões de cabeleireiro foram criados pelos gregos, em Atenas, construídos sobre a praça pública, o Ágora, o então espaço da cidadania. Lá, os chamados “embelezadores de cabelo”, tornavam-se escravos especiais. As escravas cuidavam dos cabelos das mulheres e os escravos dos homens.

Na Grécia antiga, prevaleciam os louros, frisados, com caracóis estreitos e discretos, com franjas em espiral. Nos salões, poetas, escritores e filósofos conversavam enquanto eram barbeados, massageados e passavam por cuidados de manicure e pedicure.

E desde aquele tempo os cabelos loiros eram raros e admirados pelos gregos e tanto as mulheres como também os homens tentavam descolorir seus cabelos com infusões de flores amarelas.

Finalmente, no século XX, a moda dos cabelos aliou-se à tecnologia. Em 1906, o londrino Charles Nestle inventou a máquina de fazer ondas permanentes nos cabelos, que levada nada menos que 10 horas para concluir o processo.
No ano seguinte, um estudante de química francês, Eugène Schuller, fundou a empresa L’Oréal, criando uma tintura para cobrir os cabelos grisalhos com cores naturais e usando um processo permanente.

Daí em diante, cada década trouxe uma moda para os cabelos, mas somente a partir da década de 70 aconteceu a plena aceitação de estilos variados para ambos os sexos, desde os cabelos soltos até o estilo “punk”, com cortes incríveis e inusitados.

Você já deu um abraço hoje?

O abraço não é apenas um contato físico agradável, mas também uma terapia
Por Marisa de Lúcia


Muito mais que uma simples demonstração de carinho, o abraço tem o poder de proteger a saúde e garantir o bem-estar. Segundo estudos desenvolvidos na Universidade da Carolina do Norte, nos EUA, mediante a troca de calor e afeto, o corpo passa por diversas reações hormonais: o nível de cortisol, responsável pelo hormônio do stress, diminui e a serotonina e a dopamina, substâncias químicas responsáveis pela sensação de conforto e felicidade, aumentam.

Além das alterações hormonais, o abraço faz também com que a pressão sangüínea diminua e os batimentos cardíacos desaceleram, o que é perfeito para evitar os problemas cardiovasculares.

O abraço não é apenas um contato físico agradável, mas passou a ser considerado também uma terapia. Tal gesto valoriza os sentimentos como o amor e é capaz de aliviar a dor, a depressão e a ansiedade.

Torne melhor seu dia e a sua vida, dê um abraço, ele faz bem e não custa nada. O sorriso contagia a alma e faz bem para a saúde. O toque físico também é agradável, é necessário, daí a importância do abraço.

O toque nos faz sentir melhor com nós mesmos e com o ambiente à nossa volta. Tem um efeito positivo sobre o desenvolvimento da linguagem e sobre o QI das crianças. O toque provoca mudanças fisiológicas mensuráveis naquele que toca e no que recebe o toque.

Em um abraço você alivia a tensão, acaba com a solidão e abre passagem para outros sentimentos. O abraço faz a gente superar o medo, combate a insônia, estimula o altruísmo. Quando você abraça alguém ou recebe um abraço o envelhecimento é retardado, os músculos são alongados. Com o abraço a auto-estima é estimulada.

A autora do livro “The Hug Therapy Book” — A Terapia do Abraço — Kathleen Keating explica que o ato de abraçar não é apenas para os solitários ou para pessoas emocionalmente machucadas. “A terapia do abraço pode tornar saudável quem já é saudável, mais feliz que já é feliz, e fazer com que a pessoa mais segura dentre nós se sinta ainda mais segura”.

E tem mais: o abraço não tem hora para acontecer. Aliás, você já abraçou alguém hoje?

Você sabe quando surgiu o barbeador?

Muitos não sabem, mas ele existe desde 1888!

por Marisa de Lúcia


O primeiro modelo de barbeador foi criado nos Estados Unidos, por volta de 1888, pelos irmãos Kampfe de Nova York. O aparelho possuía uma bainha de metal, localizada sobre a lâmina, que impedia cortes profundos, o que normalmente ocorria com o uso da navalha.

Mas foi somente em 1895 que o norte-americano King Camp Gillette, fazendo a barba numa manhã quente, teve a brilhante idéia de criar um sistema de barbear que utilizasse lâminas descartáveis.

A inovação de seu invento não estava no aparelho, mas sim na lâmina, que tinha uma camada fina de aço afiada dos dois lados podendo ser usada algumas vezes e depois descartada.

Muita gente duvidou do sucesso do barbeador, pois achavam que ninguém iria querer comprar lâminas a toda hora, uma vez que podia simplesmente afiar a navalha. Contudo, a primeira venda da Gillete, em 1903, foi de 51 barbeadores e 168 lâminas. No ano seguinte, a empresa produzia 90.000 barbeadores e 12,4 milhões de lâminas.

O método, no entanto, foi amplamente adotado quando, durante a Primeira Guerra Mundial, a Gillette enviou um aparelho de barbear para cada soldado americano, e muitos passaram a barbear-se em sua própria casa. Nessa época, as lâminas eram embaladas uma a uma, em papéis com o retrato e a assinatura de King C. Gillette. Quem não se lembra?

Já o barbeador elétrico foi criado pelo tenente americano Jacob Schick que, cansado de não ter como fazer a barba nos dias de frio ou quando acabava a água, resolveu dar um jeito de se barbear a seco. Em 1918, criou um barbeador com lâminas acionadas por um motor elétrico, que cortavam os pelos sem precisar de espuma ou água. Mas o invento passou a ser comercializado somente 13 anos depois, em 1931.