Uso constante do salto alto pode danificar a coluna

Causando sérios danos à coluna, aos joelhos e à panturrilha.

Por Marisa De Lucia


Não podemos negar que o salto alto torna a mulher mais elegante e com uma postura mais sofisticada, mas é preciso saber que se usado diariamente pode provocar danos à coluna, problemas no joelho e até o encurtamento dos músculos da panturrilha.

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O uso exagerado do salto agulha ou fino, de acordo com reumatologistas, aumenta a lordose provocando dores nas costas e nos pés, além de aumentar o risco de torção do tornozelo e de quedas e fraturas em idosos. Já o salto mais grosso dá maior equilíbrio e sustentação.

Os médicos recomendam variar o tipo de salto, não deixando com os pés se acostumem só com um tipo, pois ao trocá-lo as dores aparecerão. Segundo estudo realizado pela Unifesp, o salto mais recomendado para uso diário é o de até 3 cm no máximo.

Além dos saltos grossos, as plataformas também são consideradas boas por terem o salto alto por toda a extensão da sola, trazendo uma melhor distribuição do peso do corpo e, portanto, melhor equilíbrio.

Outros saltos indicados são aqueles que saem do meio do calcanhar, os quadrados, que deixam o calcanhar bem apoiado, e os saltos Anabela, que diminuem as dores porque distribuem bem a pressão do corpo sobre a planta dos pés.

Os sapatos baixos e com saltos de até 3 cm são, de fato, os únicos recomendados por especialistas para o uso diário constante.

Incorporado ao dia-a-dia da mulher moderna, o salto alto pode trazer sérios danos à saúde, se usado de maneira exagerada.

Não podemos negar que o salto alto torna a mulher mais elegante e com uma postura mais sofisticada, mas é preciso saber que se usado diariamente pode provocar danos à coluna, problemas no joelho e até o encurtamento dos músculos da panturrilha.

O uso exagerado do salto agulha ou fino, de acordo com reumatologistas, aumenta a lordose provocando dores nas costas e nos pés, além de aumentar o risco de torção do tornozelo e de quedas e fraturas em idosos. Já o salto mais grosso dá maior equilíbrio e sustentação.

Os médicos recomendam variar o tipo de salto, não deixando com os pés se acostumem só com um tipo, pois ao trocá-lo as dores aparecerão. Segundo estudo realizado pela Unifesp, o salto mais recomendado para uso diário é o de até 3 cm no máximo.

Além dos saltos grossos, as plataformas também são consideradas boas por terem o salto alto por toda a extensão da sola, trazendo uma melhor distribuição do peso do corpo e, portanto, melhor equilíbrio.

Outros saltos indicados são aqueles que saem do meio do calcanhar, os quadrados, que deixam o calcanhar bem apoiado, e os saltos Anabela, que diminuem as dores porque distribuem bem a pressão do corpo sobre a planta dos pés.

Os sapatos baixos e com saltos de até 3 cm são, de fato, os únicos recomendados por especialistas para o uso diário constante.

Cuidados com os cabelos no inverno

O frio os tornam quebradiços e opacos

Por Marisa de Lúcia


Quem pensa que é só no verão que os cabelos precisam de cuidados especiais se engana. Isto porque no inverno, o frio excessivo e o vento tornam os cabelos opacos e quebradiços.

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Um dos erros é lavar os cabelos com água quente, pois abre demais os poros do couro cabeludo danificando os cabelos, tornando-os ainda mais ressecados ou extremamente oleosos e até com caspa, dependendo do tipo de cabelo de cada pessoa. Por isso, procure jogar somente água morna nos cabelos.

Muitas mulheres reclamam que seus cabelos caem mais durante o outono e o inverno. Mas isto ocorre porque o tempo não deixa com que o couro cabeludo se seque completamente deixando, portanto, os fios mais fracos, desprendendo-os. Já se o cabelo cair de maneira que supere a perda de 50 fios por dia, é indicado fazer um tratamento reestruturador que hidrate o couro cabeludo da raiz às pontas ou, ainda, se a queda persistir procurar um especialista.

Já para as que têm os cabelos mais longos, o cuidado deve ser ainda maior, pois no inverno eles ficam com pontas mais ressecadas e necessitam de mais hidratação. E se os cabelos estão pintados o cuidado deve ser redobrado, pois a descoloração abre muito as escamas dos fios e os deixam mais fracos.

Outra dica é não usar elásticos para prender os cabelos no inverno, pois como há menor produção das glândulas sebáceas os fios se quebram e tendem a ressecar. O mais correto é usar lenços e faixas.

Você sabe como surgiu a pasta de dentes?

Egípcios usavam há 2.400 anos e continha pimenta

Por Marisa De Lucia


Estudos mostram que o creme dental surgiu há cerca de 4 mil anos, no Egito. Contudo, tratava-se de uma substância altamente abrasiva e adstringente, à base de pedra-pomes pulverizada e vinagre, que era esfregada nos dentes com um pequeno ramo de árvore.

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Recentemente, foi encontrada em uma coleção de papiros da Biblioteca Nacional de Viena, Áustria, uma fórmula egípcia de pasta de dente, que data do século 4 a.C., cujos ingredientes incluíam sal, menta, pimenta e flor de íris seca, portanto, mais suaves.

Mas foi em 1850 que o dentista americano Washington Wentworth Sheffield desenvolveu um pó para limpar os dentes que se tornou muito popular entre seus pacientes. Lucius, filho de Sheffield e também dentista, ajudou-o a modificar a fórmula, criando assim o Creme Dentifrício Dr. Sheffield, a primeira pasta de dente.

E você já parou pra pensar como é que hoje se coloca até listrinhas na pasta de dentes? Acontece que o tubo tem um anel de pasta colorida em volta do bocal. Quando ele é comprimido, a pressão feita é a mesma em todo o seu interior. Por isso, a pasta branca e a colorida saem do tubo na mesma proporção, formando o aspecto listrado.

Exercícios previnem o diabetes

Apenas sete minutos por semana!
Por Marisa De Lucia


Nós, sedentários – por falta de tempo ou preguiça – apesar de muitas vezes nos esforçarmos e até começarmos com as atividades físicas diárias, em pouco tempo o desânimo toma conta e vai tudo por água a baixo. Estou falando bobagem?

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De fato, seguir as recomendações de 30 minutos diários de exercícios não é tão simples quanto se imagina. Mas, graças a um estudo britânico, podemos comemorar alguns avanços, principalmente no que refere ao tão temido diabetes.

De acordo com o estudo, apenas sete minutos intensos por semana podem ser suficientes para prevenir a doença. Isso mesmo! Durante a pesquisa, 16 homens com pouco mais de 20 anos, fora de forma, foram submetidos a exercícios na bicicleta ergométrica, pedalando o mais rápido possível por 30 segundos, cinco vezes por dia e três dias por semana.

Depois de duas semanas, os pesquisadores notaram uma melhora de 23% na eficácia do uso da insulina para “limpar” a glicose da corrente sanguínea dos jovens. E o melhor: esse efeito durava, em média dez dias após a última sessão de exercícios.

Com isso, ficou confirmado que pouco tempo de exercícios em alta intensidade pode ser uma forma de as pessoas melhorarem sua saúde, prevenindo algumas doenças.

De onde vem o pente?

Inicialmente se usava uma concha com ranhuras

Por Marisa De Lucia


O primeiro modelo de pente foi encontrado na natureza: uma concha com ranhuras. A palavra pente tem origem no latim pecten, que é o nome da concha (pectens jacobeus) cheia de ranhuras, que lembram os dentes de um pente.

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Fabricado de ossos de animais ou de madeira, às vezes cravejado de pedras preciosas, o pente era item indispensável das egípcias nobres. Foi levado para Roma por soldados, e seu uso se espalhou. A penteadeira, com espelho e gavetas, tornou-se móvel do quarto de dormir no século XX.

Mas foi em Roma que surgiu o primeiro pente de bolso, bolado para ser usado nos intervalos das lutas entre leões e cristãos, no Coliseu. Isso é uma pequena mostra de que a vaidade é levada a sério na história da humanidade.

O que vem provar que o pente é um objeto usado há muito tempo, é que foram encontrados alguns desses objetos nas tumbas das civilizações do mar Egeu.

Veja quais são os tipos de pele

Por Marisa De Lucia


Antes de sair passando qualquer creme e comprometer seu visual com manchas ou acnes, o ideal é em primeiro lugar saber qual o seu tipo de pele. Seca, oleosa ou mista? Composta de três camadas – epiderme (camada mais superficial), derme (responsável pela sustentação dos tecidos) e hipoderme (camada mais profunda) – a pele é a expressão do seu equilíbrio interior.

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A pele oleosa caracteriza-se pela produção excessiva de gordura, tem poros abertos, aspecto brilhante e tendência a acne. Neste caso, dê preferência aos produtos em gel, pois contêm menos óleo e mais água, portanto se evaporam rapidamente em contato com a pele.

Com vasos e veias aparentes, a pele sensível tem coloração avermelhada, apresenta pontos de descamação e geralmente tem poros abertos. Para esse tipo de pele, use produtos em forma de gel.

A aparência da pele normal é nem brilhante nem opaca, com poros levemente abertos, onde existe maior concentração de glândulas sebáceas. Para esse tipo de pele, use produtos em loção, que são fluidos e de rápida absorção. Eles combinam em doses iguais água e óleo e resultam num creme agradável e leve.

A pele mista é mais oleosa na testa, nariz e queixo, onde apresenta poros abertos e uma dose extra de brilho. O restante tende entre normal e seca, com os poros mais fechados. Prefira os produtos específicos para peles mistas, pois eles controlam a oleosidade, hidratam e combatem o ressecamento nas laterais,

Caracterizada por poros quase invisíveis, falta de brilho, aspereza, espessura fina e descamações constantes, a pele ressecada deve ser tratada com produtos à base de ácido e mais cremosos, que contenham mais óleos e ceras do que água – essa equação resulta num hidratante gorduroso e consistente.

Para conservar sua pele com aspecto jovial e sempre sedosa, só us produtos que combinem mais com seu tipo de pele e use cosméticos de boa qualidade, de preferência isentos de óleo (oil free). E não se esqueça de limpar a pele pelo menos duas vezes por dia para evitar o acúmulo de resíduos.
 

Alimentos eficazes para a memória

Exercícios e meditação também ajudam!

Por Marisa De Lucia


O excesso de informações e o estresse, comuns em nosso dia-a-dia, fazem com que cada vez mais tenhamos lapsos de memória. Mas acreditem: eles não têm nada a ver com a idade.

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De acordo com pesquisas, a memória não se degenera com o passar dos anos. Para se ter uma idéia, um jovem de 25 anos tem apenas 3% a mais de células cerebrais que uma pessoa de 70 anos. Por isso, os neurologistas apontam outros fatores que têm muito mais influência sobre a deterioração da memória.

Entre estes outros fatores estão: o estresse: que produz cortisol e noradrenalina, hormônios inimigos da memória; os traumas psicológicos e recalques: casos em que se esquece o que é insuportável lembrar; a ansiedade e a depressão; o cansaço, e ainda as drogas e os medicamentos.

E para ajudar a recobrar a memória, as dicas vão desde uma alimentação saudável até exercícios e, pasmem, passatempos de jornal do tipo: palavras cruzadas.

Os alimentos mais indicados são: vitamina B12, encontrada nos frutos do mar, algas, peixe, laticínios, grãos germinados, levedo e alface; vitamina B15, na amêndoa do damasco, arroz, grãos germinados e levedo; vitamina C, nas hortaliças e frutas como limão, laranja e cenoura, e na pimenta vermelha seca; vitamina E, no óleo de gérmen de trigo, grãos germinados, abacate e gema de ovo; colina, presente na gema de ovo, espinafre cru, soja germinada, levedo e nozes; selênio, encontrado no levedo, ovo, alho, cebola e também o zinco, presente nos frutos do mar, peixe, laticínios, gérmen de trigo, levedo e maxixe.

Já para melhorar a capacidade respiratória e, por sua vez, o fluxo sangüíneo no cérebro e sua oxigenação, os exercícios físicos regulares são amplamente recomendados. Outra receita infalível é a meditação, que aliada à respiração profunda, melhora a memória, a percepção, a concentração, a agilidade motora e reduz o estresse.

Ainda segundo neurologistas, jogos como palavras cruzadas, Su Doku, xadrez, puzzles, leituras diversificadas e outros exercícios que estimulem a atividade mental também são essenciais para combater a falta de memória.

E para quem viveu fatos traumáticos que estão esquecidos em um canto do inconsciente, a terapia é uma alternativa muito eficiente.

Você sabe como surgiu a escova de dentes?

Antigamente eram usados ramos ou gravetos

Por Marisa De Lucia


Manuscritos encontrados na Babilônia, em 3.500 a.C., revelam que o meio utilizado para a limpeza dos dentes eram palitos de ouro. Contudo, os auxiliares mais primitivos na limpeza dos dentes foram pedaços de ramos ou gravetos, que eram esfregados ou atritados até tirar os resíduos de alimentos.

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Em 3.000 a.C., Heri-Ré, tido como o primeiro cirurgião-dentista conhecido na história, recomendava os dedos para a limpeza dos dentes. A literatura chinesa menciona, em 1.600 a.C., o “datuna”, que era uma haste de madeira macia que as pessoas mastigavam para higienizar os dentes.

No início da Era Cristã, os romanos demonstravam preocupação com a higiene da boca e, por volta de 100 d.C, Plínio, o Jovem, estabeleceu alguns conceitos sobre o tipo de material utilizado para a confecção da primeira escova dental. Ele alertava que escovas confeccionadas com penas de urubu não eram aconselháveis, por causar mau hálito, sendo o ideal escovas com cerdas de porco-espinho.

Em 1488, no Reino Unido, James IV adquiriu duas escovas de ouro com uma corrente para usar ao redor do pescoço. Contudo, devido ao alto custo, as escovas constituíam um privilégio das classes sociais mais abastadas, sendo consideradas obras de arte, com cabos ornamentados por metais e pedras preciosas.

Por volta desta época, eram confeccionadas na China escovas que tinham por matéria-prima pelo de porco e crina ou cauda de cavalo, fixados em um osso bovino ou marfim, mas observaram que machucavam a gengiva das pessoas.

A escova dental parecida com as atuais surgiu em 1780, feita por Addis, em um cabo de osso com pelos naturais introduzidos em buracos feitos em uma das extremidades e presos por arame. A primeira patente da escova de dentes foi feita em 1857 por Wadsworth e em 1880 começaram a ter seus cabos feitos de plástico.

A partir disso, os Estados Unidos começaram a estudar tal situação e em 1938 fabricaram as escovas de dente com cerdas de nylon, macias e arredondadas permitindo limpar todos os dentes sem machucar as gengivas. Com o sucesso das novas escovas, outros modelos foram surgindo como as de cerdas macias para prevenir possíveis machucados na boca e cerdas médias e duras para os que acreditavam serem melhores para limpar.

Fique sempre com os pés bem cuidados

Afinal, a beleza é um conjunto

Por Marisa De Lucia


Não podemos nunca nos descuidar de nossos pés. Afinal, além de possibilitarem nossa locomoção e manter nosso equilíbrio, se estiverem malcuidados, com certeza, atrapalharão nossa beleza que deve ser um conjunto.

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Você já parou pra pensar que na maioria das vezes, no dia-a-dia tão corrido, nossos pés ficam escondidos em sapatos fechados, principalmente agora no inverno, e quando não em situação desconfortável. Por isso, para que você fique sempre com os pés bem cuidados, aí vão algumas dicas:

Mantenha os pés sempre hidratados, com as unhas bem feitas; durante o banho esfolie os pés com cremes apropriados para que fiquem bem lisinhos; use talco, bactericida ou desodorante para os pés quando usar sapatos fechados, para evitar odores; troque diariamente de meias, que devem ser preferencialmente de algodão, pois absorvem melhor o suor; não use o mesmo par de sapatos todos os dias e guarde seus sapatos em locais arejados.

Outra dica para deixar os pés descansados é massageá-los sempre que possível. Inclusive, os podólogos, especialistas em cuidados com os pés, obtêm até a cura de certas patologias como dores de cabeça, estômago, costas e ansiedade, através da reflexologia, com massagens baseadas no DO-IN. O estímulo nos pontos reflexos transmite a informação para a área afetada, podendo melhorá-la em poucos minutos.

Para não sofrer com unhas encravadas, use sempre sapatos confortáveis, procure cortar as unhas dos pés em formato reto, para que seus cantinhos não cresçam no sentido errado e firam a pele. Para os calos, os médicos receitam adesivos com substâncias que deixam a pele mais fina; para evitar joanetes, não use sapatos apertados.

Já no caso de micose, que aparece como vermelhidão, descamação e coceira, evite pisar descalço em terra, principalmente onde estejam gatos e cães. Para evitar, seque bem os pés após o banho e só use antimicótico, se indicado por um médico.

Reduzir calorias contribui para a memória

Evitando o Mal de Alzheimer

Por Marisa De Lucia


Um estudo realizado por cientistas da Universidade de Münster, na Alemanha, verificou que uma dieta com menos calorias resultou na melhoria da memória. O trabalho foi feito em 50 pessoas com idade média de 60 anos e confirmou resultados de testes anteriores feitos em animais.

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Os participantes foram divididos em três grupos, que foram acompanhados por três meses. O primeiro teve a ingestão de calorias reduzida em 30%; o segundo teve aumentado o consumo de ácidos graxos insaturados em 20% e o terceiro grupo não teve alteração no padrão alimentar anterior.

Nos experimentos feitos com ratos, os pesquisadores haviam identificado melhoria na memória dos animais que passaram por restrição calórica e também nos que aumentaram o consumo de ácidos graxos insaturados, encontrados em azeite e peixes.

Já neste estudo, feito com humanos, apenas o grupo de dieta com restrição calórica apresentou um aumento nas notas dos testes de memória dados pelos pesquisadores. Os demais grupos não apresentaram nenhuma alteração.

O impacto econômico do Mal de Alzheimer sobre a sociedade é considerável. Dados estatísticos demonstram que nos EUA, em 1986 foram gastos de 25 a 40 bilhões de dólares.

Cerca de 4 milhões e 500 mil de americanos, atualmente, são portadores desse mal, que é responsável por 100.000 óbitos por ano sendo a quarta causa de morte em adultos. Estima-se que no ano 2040, 12 a 14 milhões de americanos serão portadores de Alzheimer.

O número de pacientes no Brasil é estimado em 1 milhão e 200 mil e de 18 milhões no mundo. Em função do envelhecimento mundial global esse número aumentará dramaticamente e, em 2025, serão 34 milhões de portadores sendo 2/3 em países em desenvolvimento.