Benefícios da dança para o corpo e a mente

Uma hora de dança gasta, em média, 400 calorias

Marisa De Lucia


Já está mais que provado que dançar reduz o estresse, aumenta a disposição, tonifica e define os músculos, além de queimar calorias tanto quanto caminhar ou andar de bicicleta. E quer maneirar melhor de perder peso?

Mas será que todo mundo sabe que a dança também funciona como uma terapia para a alma? Pesquisas revelam que a dança pode combater a timidez e até mesmo a depressão. Isto porque dançar promove a auto-estima, trazendo alegria e maior disposição para encarar as dificuldades do dia-a-dia

O mais interessante é que, ao contrário de algumas atividades físicas, qualquer pessoa pode dançar, não existem restrições, nem mesmo de idade. Claro que os passos devem ser adaptados às limitações físicas de cada um, mas não existe impedimento.

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Outro dado interessante: com a dança, a vida a dois com certeza melhora muito, pois o casal se torna mais próximo e acaba resgatando toda a cumplicidade do início do relacionamento.

De acordo com o diretor da Sociedade Brasileira Medicina do Esporte, Samir Daher, a dança é uma atividade aeróbica focada em pontos específicos do corpo, que variam de acordo com o tipo da atividade. “Em geral, mexe com frequência cardíaca, musculatura esquelética e articulações, podendo ser uma boa aliada para se perder peso. Uma hora de dança pode gastar em média de 300 a 400 calorias”.

Contudo, é preciso tomar alguns cuidados para evitar dores nos joelhos, coluna e tendinites, já que a atividade provoca um movimento repetitivo nas articulações, principalmente em pessoas acima do peso. O médico destaca a importância do alongamento, normalmente feito antes das aulas, e alerta que se a intensidade da prática de dança for muito intensa, exigindo horas de dedicação e mais de duas vezes na semana, é recomendada uma preparação da musculatura e do condicionamento.

“A dança, como atividade física, libera endorfina, substância relacionada ao prazer”, afirma o médico. “Ninguém dança de cara fechada e, normalmente, termina a atividade mais alegre. É um exercício que interliga mente e corpo”, observa o diretor.

Como fazer exercícios físicos no frio

Veja as atividades recomendadas.

Por Marisa De Lucia


Nos dias frios o ânimo para a prática de exercícios físicos é bem menor, no entanto eles não devem ser deixados de lado não só pela aparência física, mas por conta de nossa saúde. E ainda é preciso tomar alguns cuidados. O ideal é se exercitar em locais fechados, principalmente quando as temperaturas são muito baixas.

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A diferença entre praticar exercícios no verão e no inverno vem em decorrência da hidratação e da vestimenta a ser usada durante os exercícios. Manter o aquecimento do corpo durante atividades físicas no frio é importante para diminuir o risco de lesões e para que o rendimento seja melhor. O ideal é praticar exercícios com peças sobrepostas para, no decorrer da atividade, ir tirando o agasalho. Caso contrário, aumenta-se muito a temperatura corpórea, o que faz a pessoa transpirar mais e o rendimento cair.

Outra coisa a ser observada é que o tempo para aquecer deve ser um pouco maior, porque com a temperatura mais baixa a musculatura fica mais contraída e quando o aquecimento é executado de maneira correta ocorre uma elevação da irrigação sanguínea, tanto das articulações quanto dos músculos.

Outro fator essencial é que o alongamento deve ser feito, de preferência, com a pessoa ainda agasalhada e precisa ser praticado no início, para dar ênfase à movimentação articular e também no final do exercício.

Atividades realizadas ao ar livre, no inverno, causam uma sensação menor de transpiração, pois o suor, quando em contato com o ar mais frio, evapora de maneira rápida. Por este motivo, é necessário ter atenção à hidratação.

O inverno também é uma época em que as pessoas costumam comer mais e, quando passando do ponto, é preciso se mexer. “É interessante aumentar a carga de atividade física, não importa se aeróbia ou muscular. A questão é que, se houve ingestão calórica, a conta tem que fechar: consumiu mais, gaste mais. Seria conveniente fazer cerca de 15 minutos a mais de exercícios”, sugere o coordenador, que também explica que, após atividades aeróbias, é comum uma inibição temporária da fome, pois é uma prática que costuma desidratar e causar mais

Empilhar pedras pode aquietar a alma

A antiga arte traz ainda sensação de equilíbrio
Por Marisa De Lucia


Quem já não se sentiu sem vontade de nada, com uma sensação de que está faltando alguma coisa, ou seja, com a alma inquieta?

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Nesses momentos, a melhor coisa a fazer é praticar uma atividade relaxante como uma boa leitura, a pintura, ou até mesmo o famoso jogo da paciência. O ideal é procurar fazer aquilo que mais se encaixe com seu perfil.

Parece incrível, mas empilhar pedras -uma atividade não muito comum- traz efeitos incríveis quando se busca aquietar a alma. Prática frequente entre os budistas, empilhar pedras parece uma façanha impossível, mas existem exemplos de gigantescas pedras empilhadas marcando os lugares sagrados em vários locais da Irlanda, Austrália e Portugal.

Em alguns países, como no Japão, as pedras são tema de contemplação e uma forma de oração. Nos jardins japoneses, elas estão presentes causando sensação de quietude e leveza para quem passa.

Para quem se interessou e está a fim de empilhar pedras, é bom saber que esta atividade deve ser praticada em lugar silencioso, de preferência onde você possa ficar só. Afinal, é um excelente momento para refletir e se conhecer melhor.

Ao escolher as pedras, vá com calma e lembre-se que uma delas servirá de base para a pilha. Analise cada pedra pensando como ela se encaixaria no conjunto que você está idealizando. Se você mora longe de jardins ou parques terá que começar a procurá-las em locais por onde costuma passar. Para o iniciante dez a doze pedras já são suficientes.

Como combater a acne

Parte do segredo está nos alimentos

Por Marisa De Lucia


Quem pensa que é só adolescente que tem espinha está muito enganado. Problemas hormonais e de estresse são as causas mais frequentes desse desconforto que atinge grande parte da população.

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Um estudo publicado no Journal of the American Academy of Dermatology revelou que, dos 20 aos 29 anos, 50,9% das mulheres sofrem com cravos e espinhas, que podem ser do tipo persistente, que resiste desde a adolescência, ou então do tipo surpresa, que surge do nada.

Mas a grande notícia é que não são só os tratamentos caros que podem combater ou prevenir a acne. Os nutrientes encontrados nos alimentos têm propriedades antiinflamatórias, regulando os níveis dos ácidos graxos pró-inflamatórios secretados pelas glândulas sebáceas.

Portanto, além de limpar a pele diariamente, de manhã e à noite, deve-se evitar gordura e açúcar, consumir alimentos ricos em fibra e tomar, no mínimo, oito copos de água por dia, além de chá verde que é um excelente desintoxicante.

Entre os alimentos que combatem a acne estão ainda verduras, legumes, frutas -em especial, mamão, manga e goiaba- gema de ovo, cenoura, batata doce, germe de trigo, castanha-do-pará, alho, semente de girassol e abóbora.

Outros cuidados são necessários para quem tem problemas com espinhas: após limpar a pele, use um tonificante sem álcool para acalmar e equilibrar a oleosidade. Em seguida, hidrate-a mesmo que seja oleosa. Nesse caso, use um hidratante em gel.

Procure deixar a pele respirar, diminuindo o uso de maquiagem; seque o rosto com toalhas de papel para evitar a contaminação com bactérias; lave frequentemente o cabelo e evite ficar passando a mão nos fios; de vez em quando faça uma limpeza de pele com um especialista, para retirar cravos e espinhas e complemente com uma esfoliação. Finalmente, fuja do estresse, pois embora por si só não provoque o aparecimento da acne, ele pode piorar bastante o processo.

Segue receita de uma máscara caseira para se livrar das espinhas: coloque numa panela 250 ml de água, 2 colheres de sopa de argila medicinal, meia colher de enxofre e 1 colher de camomila. Deixe a água ferver e adicione o enxofre, a argila e a camomila. Aplique a máscara enquanto estiver morna, deixando agir por 15 minutos, e depois passe um hidratante facial adequado para seu tipo de pele.

Uso constante do salto alto pode danificar a coluna

Causando sérios danos à coluna, aos joelhos e à panturrilha.

Por Marisa De Lucia


Não podemos negar que o salto alto torna a mulher mais elegante e com uma postura mais sofisticada, mas é preciso saber que se usado diariamente pode provocar danos à coluna, problemas no joelho e até o encurtamento dos músculos da panturrilha.

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O uso exagerado do salto agulha ou fino, de acordo com reumatologistas, aumenta a lordose provocando dores nas costas e nos pés, além de aumentar o risco de torção do tornozelo e de quedas e fraturas em idosos. Já o salto mais grosso dá maior equilíbrio e sustentação.

Os médicos recomendam variar o tipo de salto, não deixando com os pés se acostumem só com um tipo, pois ao trocá-lo as dores aparecerão. Segundo estudo realizado pela Unifesp, o salto mais recomendado para uso diário é o de até 3 cm no máximo.

Além dos saltos grossos, as plataformas também são consideradas boas por terem o salto alto por toda a extensão da sola, trazendo uma melhor distribuição do peso do corpo e, portanto, melhor equilíbrio.

Outros saltos indicados são aqueles que saem do meio do calcanhar, os quadrados, que deixam o calcanhar bem apoiado, e os saltos Anabela, que diminuem as dores porque distribuem bem a pressão do corpo sobre a planta dos pés.

Os sapatos baixos e com saltos de até 3 cm são, de fato, os únicos recomendados por especialistas para o uso diário constante.

Incorporado ao dia-a-dia da mulher moderna, o salto alto pode trazer sérios danos à saúde, se usado de maneira exagerada.

Não podemos negar que o salto alto torna a mulher mais elegante e com uma postura mais sofisticada, mas é preciso saber que se usado diariamente pode provocar danos à coluna, problemas no joelho e até o encurtamento dos músculos da panturrilha.

O uso exagerado do salto agulha ou fino, de acordo com reumatologistas, aumenta a lordose provocando dores nas costas e nos pés, além de aumentar o risco de torção do tornozelo e de quedas e fraturas em idosos. Já o salto mais grosso dá maior equilíbrio e sustentação.

Os médicos recomendam variar o tipo de salto, não deixando com os pés se acostumem só com um tipo, pois ao trocá-lo as dores aparecerão. Segundo estudo realizado pela Unifesp, o salto mais recomendado para uso diário é o de até 3 cm no máximo.

Além dos saltos grossos, as plataformas também são consideradas boas por terem o salto alto por toda a extensão da sola, trazendo uma melhor distribuição do peso do corpo e, portanto, melhor equilíbrio.

Outros saltos indicados são aqueles que saem do meio do calcanhar, os quadrados, que deixam o calcanhar bem apoiado, e os saltos Anabela, que diminuem as dores porque distribuem bem a pressão do corpo sobre a planta dos pés.

Os sapatos baixos e com saltos de até 3 cm são, de fato, os únicos recomendados por especialistas para o uso diário constante.

Exercícios previnem o diabetes

Apenas sete minutos por semana!
Por Marisa De Lucia


Nós, sedentários – por falta de tempo ou preguiça – apesar de muitas vezes nos esforçarmos e até começarmos com as atividades físicas diárias, em pouco tempo o desânimo toma conta e vai tudo por água a baixo. Estou falando bobagem?

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De fato, seguir as recomendações de 30 minutos diários de exercícios não é tão simples quanto se imagina. Mas, graças a um estudo britânico, podemos comemorar alguns avanços, principalmente no que refere ao tão temido diabetes.

De acordo com o estudo, apenas sete minutos intensos por semana podem ser suficientes para prevenir a doença. Isso mesmo! Durante a pesquisa, 16 homens com pouco mais de 20 anos, fora de forma, foram submetidos a exercícios na bicicleta ergométrica, pedalando o mais rápido possível por 30 segundos, cinco vezes por dia e três dias por semana.

Depois de duas semanas, os pesquisadores notaram uma melhora de 23% na eficácia do uso da insulina para “limpar” a glicose da corrente sanguínea dos jovens. E o melhor: esse efeito durava, em média dez dias após a última sessão de exercícios.

Com isso, ficou confirmado que pouco tempo de exercícios em alta intensidade pode ser uma forma de as pessoas melhorarem sua saúde, prevenindo algumas doenças.

Alimentos eficazes para a memória

Exercícios e meditação também ajudam!

Por Marisa De Lucia


O excesso de informações e o estresse, comuns em nosso dia-a-dia, fazem com que cada vez mais tenhamos lapsos de memória. Mas acreditem: eles não têm nada a ver com a idade.

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De acordo com pesquisas, a memória não se degenera com o passar dos anos. Para se ter uma idéia, um jovem de 25 anos tem apenas 3% a mais de células cerebrais que uma pessoa de 70 anos. Por isso, os neurologistas apontam outros fatores que têm muito mais influência sobre a deterioração da memória.

Entre estes outros fatores estão: o estresse: que produz cortisol e noradrenalina, hormônios inimigos da memória; os traumas psicológicos e recalques: casos em que se esquece o que é insuportável lembrar; a ansiedade e a depressão; o cansaço, e ainda as drogas e os medicamentos.

E para ajudar a recobrar a memória, as dicas vão desde uma alimentação saudável até exercícios e, pasmem, passatempos de jornal do tipo: palavras cruzadas.

Os alimentos mais indicados são: vitamina B12, encontrada nos frutos do mar, algas, peixe, laticínios, grãos germinados, levedo e alface; vitamina B15, na amêndoa do damasco, arroz, grãos germinados e levedo; vitamina C, nas hortaliças e frutas como limão, laranja e cenoura, e na pimenta vermelha seca; vitamina E, no óleo de gérmen de trigo, grãos germinados, abacate e gema de ovo; colina, presente na gema de ovo, espinafre cru, soja germinada, levedo e nozes; selênio, encontrado no levedo, ovo, alho, cebola e também o zinco, presente nos frutos do mar, peixe, laticínios, gérmen de trigo, levedo e maxixe.

Já para melhorar a capacidade respiratória e, por sua vez, o fluxo sangüíneo no cérebro e sua oxigenação, os exercícios físicos regulares são amplamente recomendados. Outra receita infalível é a meditação, que aliada à respiração profunda, melhora a memória, a percepção, a concentração, a agilidade motora e reduz o estresse.

Ainda segundo neurologistas, jogos como palavras cruzadas, Su Doku, xadrez, puzzles, leituras diversificadas e outros exercícios que estimulem a atividade mental também são essenciais para combater a falta de memória.

E para quem viveu fatos traumáticos que estão esquecidos em um canto do inconsciente, a terapia é uma alternativa muito eficiente.

Reduzir calorias contribui para a memória

Evitando o Mal de Alzheimer

Por Marisa De Lucia


Um estudo realizado por cientistas da Universidade de Münster, na Alemanha, verificou que uma dieta com menos calorias resultou na melhoria da memória. O trabalho foi feito em 50 pessoas com idade média de 60 anos e confirmou resultados de testes anteriores feitos em animais.

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Os participantes foram divididos em três grupos, que foram acompanhados por três meses. O primeiro teve a ingestão de calorias reduzida em 30%; o segundo teve aumentado o consumo de ácidos graxos insaturados em 20% e o terceiro grupo não teve alteração no padrão alimentar anterior.

Nos experimentos feitos com ratos, os pesquisadores haviam identificado melhoria na memória dos animais que passaram por restrição calórica e também nos que aumentaram o consumo de ácidos graxos insaturados, encontrados em azeite e peixes.

Já neste estudo, feito com humanos, apenas o grupo de dieta com restrição calórica apresentou um aumento nas notas dos testes de memória dados pelos pesquisadores. Os demais grupos não apresentaram nenhuma alteração.

O impacto econômico do Mal de Alzheimer sobre a sociedade é considerável. Dados estatísticos demonstram que nos EUA, em 1986 foram gastos de 25 a 40 bilhões de dólares.

Cerca de 4 milhões e 500 mil de americanos, atualmente, são portadores desse mal, que é responsável por 100.000 óbitos por ano sendo a quarta causa de morte em adultos. Estima-se que no ano 2040, 12 a 14 milhões de americanos serão portadores de Alzheimer.

O número de pacientes no Brasil é estimado em 1 milhão e 200 mil e de 18 milhões no mundo. Em função do envelhecimento mundial global esse número aumentará dramaticamente e, em 2025, serão 34 milhões de portadores sendo 2/3 em países em desenvolvimento.

Alimentos que mancham os dentes

Por Marisa De Lucia


A beleza não está só nos cabelos, nas unhas ou nas roupas que vestimos. Se nossos dentes não estiverem bem tratados, com certeza, um sorriso pode fazer todo o esforço pra ficar bela cair por água a baixo.

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Qualquer comida dotada de pigmentação intensa pode impregnar a superfície dos dentes, dando origem a manchas ou escurecendo-os. Com o tempo, um simples cafezinho ou uma salada de beterrabas, se não houver uma escovação adequada, podem acabar com qualquer sorriso.

Refrigerantes à base de cola, sucos coloridos artificialmente e molhos de soja estão entre os alimentos que mais mancham, principalmente, quando o esmalte dentário já se encontra mais desgastado e, portanto, com microporos que permitem a deposição de pigmentos sobre os dentes.

O péssimo hábito de exagerar nos doces e a idade podem contribuir consideravelmente para o surgimento dos microporos, ou seja, desses buraquinhos que permitem que as manchas se instalem.

Para minimizar o problema, especialistas recomendam fazer bochechos com água logo após a ingestão de certos alimentos e bebidas, o que ajuda a eliminar o excesso de substâncias pigmentadas.

É preciso também investir na escova de dentes e no fio dental para garantir a limpeza completa, mas uma hora após a ingestão do alimento, para evitar um maior desgaste do esmalte que protege os dentes.

De todos os alimentos que podem manchar os dentes, o que oferece mais risco é o café. Isto porque seus amantes costumam tomar várias xícaras por dia e, certamente, não lavam a boca logo após todas as vezes. E cuidado também como os refrigerantes, que além de cheios de corantes, são ácidos e danificam o esmalte dos dentes.

Mas não é preciso tirar do cardápio esses alimentos, sobretudo os tão saudáveis como a beterraba. Basta higienizar bem os dentes após as refeições e visitar o dentista a cada seis meses.

Dormir pouco aumenta risco de pegar gripe

Por Marisa de Lúcia


Pesquisadores da Universidade Carnegie Melon concluíram que dormir menos de oito horas de sono por dia aumenta o risco de contrair gripe. Isto porque a quantidade e a qualidade do sono podem afetar o funcionamento do sistema imunológico, baixando as defesas do corpo.

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Para realizar a pesquisa, um grupo de 150 voluntários saudáveis teve sua quantidade e qualidade de sono registrada durante 14 dias. A qualidade do sono foi avaliada pelo tempo em que os participantes realmente estavam dormindo quando estavam repousando.

Os especialistas consideraram o limite de 8 horas de sono como ideal.

Após os 14 dias os voluntários foram inoculados com o vírus da gripe através de gotas nasais contendo rinovírus. O mecanismo foi escolhido por replicar o que acontece no mundo real. Os sintomas de um quadro gripal típico apareceram em alguns dos participantes, como esperado.

O cruzamento dos dados mostrou que existe uma relação direta entre o sono e a instalação dos quadros virais. Dormir sete horas ou menos por dia aumentou em quase três vezes a possibilidade da gripe se manifestar.

Outro achado importante foi o de que a qualidade do sono também afeta a defesa orgânica. Perder 10% do tempo de qualidade do sono pode aumentar em mais de cinco vezes a chance de ficar gripado quando infectado.

Segundo os pesquisadores, a produção de substâncias que regulam a resposta imunológica, chamadas de citocinas, fica comprometida pela falta de sono.